No dia 25 de novembro de 2025, tive a oportunidade de realizar três ativações diferentes dentro da Tetra Pak, utilizando a mágica de três maneiras: como ferramenta de comunicação, como dinâmica de desenvolvimento de equipes e como entretenimento.
A Tetra Pak é uma das líderes mundiais em soluções para processamento e embalagem de alimentos.
Para dimensionar a presença da empresa, dados oficiais de 2025 mostram que a Tetra Pak registrou € 12,35 bilhões em vendas líquidas, comercializou 174 bilhões de embalagens e atuou em mais de 160 países, contando com 24.617 funcionários.
Fonte: Tetra Pak — Fatos e números
Realizar uma ação dentro de uma empresa com essa dimensão foi uma oportunidade muito especial.
Ao longo do encontro, desenvolvemos três experiências com objetivos diferentes. Começamos com uma palestra sobre inovação e criatividade, seguimos para um treinamento de team building e encerramos com Mágica VIP durante o churrasco.
Três ativações com objetivos diferentes
Embora as três atividades utilizassem o ilusionismo, cada uma delas cumpria uma função diferente dentro da programação.
Na palestra, a mágica ajudava a apresentar ideias sobre inovação, criatividade e mudança de perspectiva.
No treinamento de team building, os próprios participantes precisavam aprender, criar e apresentar um pequeno ato de mágica em equipe.
Durante o churrasco, a Mágica VIP assumia uma função mais leve, voltada para o entretenimento, a descontração e a aproximação entre as pessoas.
Essa variedade mostra como a mágica pode ser adaptada a diferentes objetivos dentro de um evento corporativo.
Inovação e criatividade pelo olhar do mágico
A primeira ativação foi uma palestra sobre inovação e criatividade a partir do olhar do mágico.
Um ilusionista precisa observar o mundo de uma maneira diferente.
Objetos comuns, movimentos cotidianos e situações aparentemente simples podem se transformar em experiências surpreendentes quando são analisados por outro ponto de vista.
Durante a palestra, apresentei diferentes efeitos para mostrar como funciona esse processo.
A proposta não era apenas fazer uma mágica e revelar uma mensagem depois. Cada experiência ajudava a construir o conteúdo e demonstrar, de maneira prática, como a mudança de perspectiva pode transformar uma ideia.
Como transformar algo simples em extraordinário
Grande parte do trabalho de um mágico começa com elementos simples.
Uma carta, uma moeda, um papel ou uma escolha feita por alguém podem se tornar o ponto de partida para uma experiência marcante.
O diferencial não está necessariamente no objeto utilizado, mas na maneira como ele é observado, apresentado e conectado a uma história.
Essa lógica também pode ser aplicada ao ambiente corporativo.
Nem sempre inovar significa criar algo completamente novo ou desenvolver uma tecnologia inédita. Em muitos casos, a inovação começa quando olhamos para um processo, um produto ou um desafio conhecido por uma perspectiva diferente.
A palestra convidava os participantes a desenvolver esse olhar: perceber possibilidades onde normalmente enxergamos apenas o óbvio e buscar maneiras de transformar algo simples em algo extraordinário.
Team building com mágica
Depois da palestra, seguimos para uma atividade mais longa e totalmente prática: um treinamento de team building com mágica.
Os participantes foram divididos em cinco grupos. Cada equipe recebeu o acompanhamento de um instrutor, responsável por ensinar algumas técnicas e ajudar no desenvolvimento da apresentação.
O desafio era criar um ato de mágica com duração máxima de cinco minutos.
Não bastava apenas aprender um efeito e repeti-lo.
Cada grupo precisava decidir como apresentar a mágica, desenvolver um texto, distribuir as funções, organizar a sequência e encontrar uma maneira de envolver o público.
No final, todas as equipes apresentariam seus atos para os colegas.
Criando um espetáculo em equipe
A criação do ato colocou os participantes diante de um desafio que exigia colaboração.
Cada pessoa podia contribuir de uma maneira diferente.
Alguns participantes tinham mais facilidade para criar o texto. Outros ajudavam na execução da técnica, na organização da apresentação ou na escolha de quem ficaria à frente do grupo.
Também era necessário ouvir as ideias dos colegas, testar possibilidades e tomar decisões dentro de um período limitado.
A mágica se transformou em um projeto coletivo.
Para que o resultado funcionasse, todos precisavam compreender seu papel e colaborar com o restante da equipe.
Desenvolvendo habilidades que estavam escondidas
Um dos aspectos mais interessantes desse treinamento é perceber como os participantes descobrem habilidades que talvez ainda não soubessem que possuíam.
Durante a preparação, algumas pessoas assumem naturalmente a liderança. Outras demonstram criatividade, capacidade de organização, atenção aos detalhes ou facilidade para falar diante do público.
Há também quem comece a atividade com receio de participar, mas, aos poucos, encontre segurança para executar a mágica e apresentar-se diante dos colegas.
O exercício trabalha diferentes competências ao mesmo tempo, como comunicação, escuta, cooperação, criatividade, gestão do tempo e capacidade de adaptação.
Tudo isso acontece dentro de uma atividade leve, divertida e diferente das dinâmicas corporativas tradicionais.
Uma competição entre os grupos
Depois do período de preparação, chegou o momento das apresentações.
Cada uma das cinco equipes mostrou o ato que havia criado para os demais participantes.
Além do desafio de realizar corretamente as mágicas, os grupos precisavam lidar com a expectativa, com o público e com os imprevistos que podem surgir durante uma apresentação ao vivo.
Ao final, os atos participaram de uma competição para definir qual equipe havia criado a melhor apresentação.
A competição acrescentava energia e envolvimento à atividade, mas o principal resultado estava no processo.
Antes de subir ao palco, cada grupo precisou conversar, experimentar, errar, ajustar e construir algo em conjunto.
Muito mais do que aprender uma mágica
O objetivo do treinamento não era formar mágicos profissionais.
A mágica funcionava como um meio para desenvolver competências importantes para qualquer equipe.
Para realizar uma boa apresentação, os participantes precisavam entender o objetivo, dividir responsabilidades, ensaiar e confiar uns nos outros.
Também precisavam se comunicar de maneira clara e adaptar a apresentação de acordo com as características do grupo.
O resultado final era um pequeno espetáculo, mas o verdadeiro aprendizado estava em tudo o que aconteceu durante sua construção.
Mágica VIP durante o churrasco
Depois da palestra, do treinamento e das apresentações, seguimos para o churrasco.
Nesse momento, a mágica ganhou uma função diferente.
Saímos da utilização do ilusionismo como ferramenta de conteúdo e desenvolvimento para entrar em uma experiência mais descontraída de entretenimento.
Durante o churrasco, realizei a Mágica VIP, circulando entre as mesas e apresentando efeitos bem próximos das pessoas.
As mágicas aconteciam nas mãos dos participantes, utilizando cartas, objetos e escolhas feitas naquele momento.
Entretenimento, proximidade e descontração
A Mágica VIP combina muito bem com confraternizações, coquetéis e momentos de integração.
Como não existe uma separação rígida entre palco e plateia, a apresentação acontece de maneira próxima e espontânea.
Eu me aproximo de pequenos grupos, converso com as pessoas e realizo experiências adaptadas ao ambiente.
Isso cria momentos de surpresa, risadas e interação, sem interromper o churrasco ou as conversas.
Depois de uma programação com bastante conteúdo e desafios em equipe, esse formato ajudou a encerrar o encontro de uma maneira leve e divertida.
Da comunicação ao entretenimento
As três ativações realizadas na Tetra Pak mostraram diferentes possibilidades de utilização da mágica dentro de uma empresa.
Na palestra, o ilusionismo ajudou a falar sobre inovação, criatividade e mudança de perspectiva.
No treinamento de team building, a mágica se tornou uma ferramenta para desenvolver colaboração, comunicação e trabalho em equipe.
Durante o churrasco, ela assumiu o papel de entretenimento, aproximando as pessoas e criando momentos de descontração.
Não foram três apresentações desconectadas.
Cada experiência fazia parte de uma jornada que começou com conteúdo, passou pela prática e terminou com celebração.
Experiências personalizadas para empresas
Palestras, treinamentos e apresentações de Mágica VIP podem ser realizados separadamente ou combinados dentro de uma mesma programação.
O formato é desenvolvido de acordo com os objetivos da empresa, o perfil dos participantes e a mensagem que precisa ser trabalhada.
A mágica pode ajudar a apresentar um conceito, estimular uma mudança de perspectiva, desenvolver habilidades, integrar equipes ou simplesmente criar um momento especial de entretenimento.
Essa é a proposta do meu trabalho: utilizar o ilusionismo de forma estratégica para transformar conteúdos e encontros corporativos em experiências marcantes.
Sua empresa está planejando uma convenção, treinamento, confraternização ou ação de integração?
Entre em contato para conhecer as possibilidades de palestras, team building com mágica e Mágica VIP para eventos corporativos.
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